domingo, 29 de junho de 2008

NOITE FORJADA

De repente encontrou-se aflita, despida
No respirar da madrugada.
Fingiu encontrar um sorriso que foi preciso
Quebrar o silêncio.
Desapontada forjou a morte, que distraída
Saio no rastro.
Mostrou-se ingênua no ângulo do amanhecer.
Com três metades de inspirações, cantou a noite toda
E agradeceu pelo que não podia fazer.
Encontrou o que queria
E se foi sem dizer adeus.

2 comentários:

enila disse...

Obá!!! o topo é meu... rsrsrs
nossa que lindo meu bem!!!
vc tem futuro nisso menino...
beijokasssss!!!!!

Júnior disse...

Bem cara...
esse seu blog est� mesmo perfeito...
siga em frente que vc merece...
at� mais v�...